
Sem rodeios, a ex-concorrente começou por clarificar o que as une fora do programa:
“Não há relação nenhuma. Eu não tenho o número dela, nunca jantámos, nunca almoçámos, nunca trocámos mensagens.”
Segundo Ana, os únicos encontros aconteceram em contextos profissionais.
“Estivemos algumas vezes no canal da concorrência, onde sou muito acarinhada. Aconteceu a Catarina estar lá no mesmo estúdio. Cumprimentámo-nos, olá, tudo bem, e pouco mais.”
Mesmo assim, garante que dentro da casa nunca deixou de apoiar a colega:
“Todas as vezes que a Catarina precisou de mim, eu estive lá. Mesmo ela já tendo-me falhado muitas vezes, nunca deixei de apoiar.”
Ainda assim, Ana Duarte foi clara ao rejeitar o rótulo de amizade:
“Ela continua a bater na tecla de que somos amigas cá fora. Não, somos conhecidas. E mesmo no jogo, eu nunca deixei a mão da Catarina como ela já deixou a minha. Catarina Miranda, tira o meu nome da tua boca… estou a brincar.”
Sobre as críticas vindas da rival, a jovem não se mostrou abalada:
“Ela tentou criar uma imagem de que eu era desleal à amizade. Mas amizade nunca houve. Comigo não cola, porque quando sou amiga, sou amiga a sério.”
Ana recordou ainda que se sentiu surpreendida pela postura de Miranda logo no início da edição:
“Na primeira semana foi ao confessionário dizer que eu não estava lá a fazer nada. E depois vem contradizer-se. Ainda estou para perceber qual é o intuito dela.”
Apesar das farpas, Ana Duarte revelou estar disponível para uma conversa quando o jogo terminar:
“Antes de eu sair, a Catarina pegou-me nas mãos e disse: ‘quando chegar lá fora, vamos conversar’. Eu vou estar aqui para isso, para perceber o que é que ela quer afinal.”






