
A época do SL Benfica, sob o comando de José Mourinho, está longe de corresponder às expectativas criadas no início da temporada, alimentando um ambiente de desilusão entre adeptos, responsáveis do clube e comentadores do futebol nacional. A chegada do técnico foi encarada como um sinal claro de ambição máxima, mas a realidade dentro das quatro linhas tem ficado aquém do prometido.
No campeonato, o percurso encarnado tem sido marcado por uma irregularidade difícil de ignorar. O Benfica deixou escapar pontos em jogos onde era amplamente favorito, apresentando exibições pouco consistentes e incapazes de impor superioridade frente a adversários teoricamente mais acessíveis. As dificuldades defensivas, aliadas a uma produção ofensiva pouco criativa, tornaram-se evidentes e contrastam com o investimento feito no plantel. Como consequência, a equipa perdeu cedo terreno na luta pelos lugares cimeiros da Primeira Liga, aumentando a pressão em torno do projeto.MERCADO A FERVER! Rúben Amorim prepara golpe de mestre e deixa rivais em alerta.
No plano europeu, o cenário não tem sido mais animador. O Benfica revelou limitações em jogos decisivos, falhando nos momentos-chave e deixando a sensação de que o conjunto não conseguiu dar o salto competitivo esperado para ombrear com equipas de topo do continente.
Para além dos resultados, o próprio modelo de jogo tem gerado debate. Fiel a um estilo mais pragmático e calculista, Mourinho optou por uma abordagem cautelosa que nem sempre agrada a um público habituado a ver o Benfica assumir o jogo, pressionar alto e dominar os encontros. Entre os adeptos, cresce a ideia de que a equipa está a render abaixo do seu real potencial, sobretudo tendo em conta a qualidade individual existente no plantel.
Com a época a avançar e os objetivos cada vez mais apertados, o clima em torno da Luz torna-se mais pesado. As próximas jornadas poderão ser decisivas não apenas para o rumo desportivo do Benfica, mas também para o futuro do treinador num projeto que, até agora, tem sabido mais a frustração do que a glória.
O mercado de transferências voltou a ganhar temperatura máxima e o nome de Rúben Amorim surge no epicentro da agitação. Entre contactos discretos, reuniões estratégicas e movimentações nos bastidores, o futuro do treinador volta a ser tema quente no futebol europeu.
Em Sporting CP, a palavra de ordem é cautela. A direção acompanha com atenção o interesse crescente vindo do estrangeiro, enquanto tenta blindar o projeto desportivo que tem dado frutos dentro e fora de campo. Apesar do ruído, fontes próximas garantem que há foco total na época e nas decisões-chave que se avizinham.
A valorização do trabalho de Amorim não passou despercebida. O estilo de jogo, a aposta na formação e a consistência competitiva tornaram-no um alvo natural neste período de mercado — e isso reacende especulações sobre possíveis mudanças já no curto prazo.
Para já, reina o silêncio oficial. Mas uma coisa é certa: o mercado está ao rubro e os próximos dias prometem desenvolvimentos que podem mexer com o tabuleiro do futebol português.








