
Sofia Aparício esteve no podcast “A Esperança Atrás do Muro”, de André Filipe Oliveira, onde, entre vários temas, recordou a missão humanitária a Gaza, que foi travada pelas forças israelitas.
“Quando fui [na flotilha], achei, se calhar: nunca mais trabalho. Mas não. Ou seja, não perdi… Foi [um receio]. Mas é que tudo aquilo que me possa acontecer, comparado com o que as pessoas na Palestina estão a passar, não é nada“, reconheceu.
“É claro que preciso de trabalhar, mas se não fizer uma coisa, faço outra. Já trabalhei em restauração, já servi às mesas… Não adoro, pelo contrário, não gosto mesmo nada. Mas se tiver de ser, que seja, porque tudo o que me possa acontecer não é nada, comparado com o que se passa em Gaza“.
Ainda assim, Sofia Aparício não crê que fique sem trabalho. “Acho que não, acho que não. Não sei. Se voltar é só para o ano. Acho que estou diferente. As coisas mudam-nos, não é?“
A atriz, que acredita que continua a ser a mesma pessoa depois desta missão, confidenciou ainda que, antes de partir na flotilha, queria fazer coisas cómicas, por estar a deparar-se com um mundo “tão pesado“.
“Como penso muito nessas coisas todas, e como tenho contactos em várias partes do mundo, e sei o que é que as pessoas estão a passar, queria coisas leves, que era para não pensar. Pelo menos quando estivesse a trabalhar, não estava a pensar em problemas“







