
Helena Rocha deu os primeiros passos na música nos anos 60, rapidamente conquistando o público com a sua voz inconfundível. Apesar do sucesso discográfico, foi no teatro que se consagrou como uma das intérpretes mais completas da sua geração.
No Politeama brilhou em grandes produções, como Amália, My Fair Lady, Rosa Tatuada, Um Violino no Telhado, A Canção de Lisboa e A Gaiola das Loucas, onde contracenou com José Raposo, Carlos Quintas e Rita Ribeiro.
Para além da faceta de atriz, Helena Rocha destacou-se como diretora de cena, papel no qual mostrou rigor, disciplina e paixão pelo teatro. Foi presença fundamental em quase todas as produções do Politeama, sendo considerada uma verdadeira “obreira” do palco português.
Em comunicado, o Politeama sublinhou:
“Helena Rocha ficará para sempre ligada à História do Teatro Português pela total dedicação e qualidade com que exerceu a sua profissão e paixão. À família e a todo o público que a admirava, o nosso profundo desgosto. A ela dedicamos o nosso trabalho e o nosso amor.”
Filipe La Féria recordou-a como uma “maravilhosa criadora e comediante”, enquanto João Baião destacou o legado humano e artístico que deixa.







